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Публикация

Quando você se descobriu um(a) leitor(a) curioso(a)? Que situações, que títulos, que idade tinha, quem estimulou?

Обсуждение

Ответы

em casa, enciclopédia Exitus c/ uns 10 anos de defasagem, do tempo que em que meu avô era vivo e minha mãe e meus tios eram garotos (Mirador era muito cara). Veja e Istoé, que assinavam em casa (inclusive isso me fez gostar de política). Agatha Cristie, q minha tia lia. Na escola,coleção Vagalume.

Ответ для cathala

inclusive, a 1ª compra cara q fiz qdo comecei a trabalhar foi a Barsa, parcelada em 3 anos. Passei muitos anos comprando o livro do ano, mas mudanças sucessivas de endereço, qdo vencia o aluguel, tornaram um suplício carregar tanto livro a cada 2anos. Doei à biblioteca em q ia estudar na infância.

Eu aqui lendo o tuite e pensando se existe algum leitor não curioso pq na minha cabeça as pessoas que gostam de ler sempre é um pouco por curiosidade haha

Ответ для Imperatriz Paulista da Não-Monogamia

Existem leitores relutantes, pessoas alfabetizadas que leem só o estritamente exigido

Eu sempre amei gibis. Pedia para minha mãe comprar mesmo antes de saber ler, pq eu imaginava a historia pelas figurinhas. Meu primeiro livro foi Reinaçoes de Narizinho, eu devia ter uns 9 anos.

Li alguns livros na infância mas não me pegou. Na época do vestibular, lendo Machado, q eu comecei a ler MTO

Meus pais sempre leram muito. Mas eu peguei mesmo leitura no final do fundamental quando li Robinson Crusoe. Eu li e reli muitas vezes esse livro na época. E depois li muito Júlio Verne. Competia com o filho do professor de português quem lia mais livros da biblioteca da escola também nessa época.

Foi cedo. Mas no ensino médio ganhei novo impulso por causa de uma prof que me tratava como leitora adulta. Foi muito estimulante 🙂

Eu sempre gostei de fuçar livros, quadrinhos, jornais, o que tivesse na frente. Aprendi a ler muito cedo, acho até que foi pra não depender dos horários dos adultos. Mas eu percebi que era curioso mesmo foi lá pelos quatro anos, quando minha mãe trouxe os três volumes de "Aprender Pesquisando".

Ответ для Marcelo Soares

A frase dela foi mais ou menos assim: "tu faz muitas perguntas que eu não sei responder, então quando tiver alguma coisa que tu queira saber procura aqui". Infelizmente, era bem incompleto e eu continuei perguntando coisas. Mas tinha coisas fascinantes, como imagens de Pompeia.

Quis aprender a ler para entender as cartilhas de vacinação que minha mãe trazia do hosp onde trabalhava. Finalmente aprendi aos 6 e lia muito Turma da Mônica, contos de fada, um livro de receitas que tinha em casa. Meus pais só fizeram o primário e não eram leitores habituais, a biblioteca da +

Ответ для Atomicão que mia 🏳️‍⚧️

escola era precária, e a gente não tinha dinheiro para livros; mts vezes, eu relia os gibis até cansar. Quando ia pra casa de parente, lia revista disponível (Cláudia, Nova, Manchete), encarte de CD. Depois, tive a fase HP, aos 10, emprestados de uma colega de trabalho da mãe: li os 4 primeiros numa

Desde os 6 anos eu lia tudo que tinha pela frente, mas o universo mudou quando conheci a mítica coleção Vaga-lume. Li quase todos que tinham nos anos 90, e era o maior fã de Marcos Rey da face da Terra. O mistério do 5 estrelas e o Rapto do Garoto de Ouro eram meus favoritos

Ответ для Luiz Siqueira

Olha... esse título de maior fã do Marcos Rey pode ser contestado, hehe. Meu pai conseguiu vários autógrafos dele pra mim quando ia a São Paulo a trabalho.

Ответ для Luiz Siqueira

Os livros da coleção vaga-lume tinham um jeito muito interessante de falar de assuntos sérios. Dois que me marcaram muito foram "Meninos sem pátria" e "Açúcar amargo". Contam da nossa história numa linguagem que eu aprendi muitos conceitos que ainda não sabia nem nomear...

Meu pai sempre comprava jornais aos sábados, ainda criança eu gostava das tirinhas e cruzadinhas. Mais tarde, coleção Vaga Lume foi a porta de entrada na literatura. Foi importante demais ter pessoas lendo por perto na infância.

Foi em circunstâncias parecidas com as suas, meados da década de 80, lendo coleção Vagalume e as coletâneas de crônicas que a editora Ática lançava. E o último emprego do meu pai em sp antes de se aposentar foi na sede da editora, na Barão de Iguape.

Acho que “o homem que calculava” do mal a tahan, e “os nove amanhãs” do Asimov foram os grandes livros que me fizeram leitora, eu já lia muito na época, mas esses dois são marcos pra mim. Eu tinha próximo de 12 anos

não sei exatamente pq sou a menor de seis. além do correio do povo gigante de todos os dias, tinha livros didáticos e de histórias dos mais velhos. no 1° ano do primário me 'castigavam' mandando ler na biblioteca da brizoleta pq terminava as tarefas rápido e incomodava os outros. ler de tudo é lei

Eu sempre li bastante e sempre quis conhecer sobre as coisas que me interessavam, eu sempre comprava almanaques nas bancas de jornais, sempre buscava ler sobre quem escrevia os quadrinhos e livros que eu lia. Acho que isso aumentou pra mim com uns 12 anos e a internet discada

Vou salvar esse post pra ler a história de todo mundo 🤗

Ответ для Michelli Fitz

Tá uma delícia acompanhar!

Na minha infância o meu pai comprava a Folha e a revista Manchete, a minha mãe gostava de gibis. A minha mãe sabia ler e escrever, mas oficialmente era analfabeta. Ler gibis foi a forma dela aprimorar o seu vocabulário.

Eu não tenho nem ideia da idade exata que eu tinha quando me tornei um leitor curioso. Meu pai era carregador de malas no aeroporto de Fortaleza e trazia pra casa jornais de diversos estados, além de revistas e livros de bolso que ele ganhava, pedia ou achava abandonados nas cadeiras ou na lixeira.

Ответ для Napoleão Mendes

Eu tinha um tio-avô que trazia jornais de toda parte

Com cinco pra seis anos. Morávamos em três "núcleos familiares", meus pais já haviam comprado a Enciclopédia O Mundo da Criança, e a irmã da minha tia, professora que morava conosco nos incentivava a ler e a fazer as brincadeiras e experiências descritas lá. +

Ответ для Brasileiro como castigo

Ela e a irmã também liam a Bíblia pra gente (eram/são evangélicas), mas ela também emprestava as revistas do Tex e Zagor para mim e o meu primo mais velho.

Na minha cidade natal, Araras SP, tinha uma biblioteca excelente, uma bibliotecária me indicou um livro sobre um esquilo, foi o 1o que li sozinha. Depois deste eu ia semanalmente para pegar outro livro.

eu tinha inveja dos meus irmãos lendo e eu sem saber ler direito e pegava os livros de alfabetização deles para tentar decifrar as palavras das histórias que já conhecia

Aos7 anos lendo revista seleções antigas. Mais tarde lendo meu pé de laranja lima de José Mauro de Vasconcelos.

Quando minha mãe chegou em casa com a edição n.1 do relançamento da Revista Recreio

Ответ для Pabllo Quinoles

E daí em diante ela foi comprando as revistas que vinham com essa coleção de livros sobre temas diversos, devorei todos

Eu tive a melhor professora do Mundo no pré: Isenózia Silva, no Colégio São José. Eu fingia que lia os livros (em voz alta), não era alfabetizada, e ela ouvia fingindo que era aquilo mesmo. Ir para a aula com ela era coisa mais maravilhosa. Só de lembrar, tenho a sensação física de felicidade.

Comecei com um livro cheio de contos de fadas, mas logo migrei para Mafalda. Em casa a gente sempre ouviu historinhas antes de dormir, e a gente queria muito ler para não precisarem mais contar pra gente. Kkkk mas era coisa de 4, 5 anos de idade.

Pô. Eu leio DE TUDO desde a infância mais infantil, começando aos três anos, quando aprendi a ler (sic). Se me caísse nas mãos, eu lia. Minha mãe professora de português, meu pai de Física, sempre me deram livros e HQ em profusão, uma fonte inesgotável, sobre todo tipo de assunto adequado à idade

Ответ для Se quer usar I.A., então me zanzuque 🚂

E eu ia espontaneamente pegar os livros dos dois, independente de serem adequados, para folhear tudo e ler o que conseguisse. Desde os três anos até comprar meus próprios livros, com dezoito. Todo lugar aonde eu ia, sempre procurava os livros. Casas de parentes e colegas, bibliotecas da escola,

Qdo criança lia O Livro da Juventude (ou algo assim) várias vezes, e gibis do Pato Donald e afins, mas as leituras obrigatórias das escolas me afastaram. Só voltei a ler adulto, qdo vi notícias sobre uma epopeia grandiosa que estava sendo filmada na Nova Zelândia e eu nunca tinha ouvido falar.

Essa coleção foi lançada no Brasil entre 95 e 96: drive.google.com/drive/folder... Todo sábado meu avô me dava o dinheiro de comprar. Minha coleção era bem incompleta, por morar no interior da Bahia e todas as dificuldades advindas disso

Coleção - Dinossauros - Google Drivedrive.google.com
Ответ для Pior Estatutário do Agreste

Depois, um pouco mais velho, minha mãe foi contratada como professora de escola pública. Ela me levava pra ter companhia no trajeto, era de noite, íamos de bicicleta Eu passava a noite toda jogando pokémon yellow no PC da secretaria ou lendo os livros que o governo federal mandava

Quando descobri a coleção do Sítio do Pica Pau Amarelo em casa. Li todos os livros. Depois os gibis da Turma da Mônica e Disney e a coleção vagalume. Meus pais eram professores e liam muito. Em casa sempre tivemos muitos livros e assinatura de jornais e revistas.

Aprendi a ler sozinha, mexendo em gibi! Mais tarde a paixão foi Júlio Verne! Amo livros 🖤

Ответ для Voss

Ah, gostava de ler enciclopédias tbem!

Descobri assim que aprendi a ler. Dois momentos: perguntei ao meu avô por que os livros dele não tinham figuras, respondeu que era muito melhor imaginar; uma amiga da minha avó contou ter ido à Patagônia e o piá "ah! tem este nome porque é a terra dos índios de pés grandes", ela não sabia...

Ответ для Marcelo ☭ Libre

... e depois de um ano, quando se encontrou novamente com minha avó, disse que na ocasião achou que eu estava inventando, mas se informou melhor e tirou a limpo a informação. Muito apropriadamente, li na "Enciclopédia Curiosa"

Na infância a coleção Gato e Rato da Mary França e do Eliardo França me atiçaram. Sou encantado com eles até hoje e comprei pras filhas. Na família sempre rolavam muitas revistas, quadrinhos e livros e o troca-troca era intenso.

Meus pais eram ambos da área de educação. Em casa tinha desde material didático até livros de filosofia. Inicialmente, eu adorava uma coleção de contos de fada cuja arte era maravilhosa. Depois foram as HQ, Turma da Mônica e Disney. Na casa da madrinha eu lia jornais (depois de ver os quadrinhos).

Ответ для Dostoiévski

Na biblioteca da escola conheci minha primeira obsessão: os manuais do Escoteiro Mirim. Li todos e fiz todas as experiências que consegui. Mas o que considero que me levou aos livros foi a minisérie da Band, Capitães de Areia. Ela que me levou ao livro homônimo e, à partir daí, para outras obras.

Meus pais tinham muitos livros em casa e compravam pra nos a coleção jovens do mundo todo. Mas antes disso fui arrebatada pelo Manual do Escoteiro da Disney. E aos 13 anos por Agatha Christie que uma professora indicou ( nunca entendi bem pq)

Sempre tive livros de ficção adulta em casa, aqueles q vinham junto com o jornal, uns Paulo Coelho, Agatha Christie. Comecei aí, e pedia para minha mãe me levar no ônibus biblioteca, pq eu terminava rápido.Já cedo descobri clássicos, e décadas depois fui estagiária das bibliotecárias q me atendiam ❤️

Ответ для Red Hot Pat Peppers

Eu tinha por volta de 6, 7 anos, e via meu pai lendo todo dia, no ônibus pro trabalho. Sem dúvida, meus pais tiveram papel crucial no gostar muito de leitura, e fazer inclusive disso minha profissão.

M

Percebi que estava viciada quando inventei um "facilitator de leitura deitada", que consistia nas traves de dois cabides de arame desfeitos, dispostas paralelamente em apoio ao livro (de Monteiro Lobato), para ler sem erguer (e cansar) os braços. O amor devo à querida Vovó Maria José.

Sempre gostei de ler os livros que tinha em casa, a coleção Novo Conhecer da Abril era muito legal, porém insuficiente para quem queria saber como funcionava o computador.

Sempre ganhei muito material de leitura, especialmente gibis, dos meus pais, mas acho que a grande virada de chave foi a revista Ciência Hoje das Crianças na biblioteca da escola

Ответ для babs da biblio e teca

CHC é maravilhosa 😻

Ответ для babs da biblio e teca

Sdds Ciência Hoje!

Ответ для babs da biblio e teca

ciência hoje marcou mt minha vida de leitora e de curiosa. esses dias pra trás achei a coleção digitalizada, foi lindo reencontrar algumas matérias que super me marcaram

Ответ для babs da biblio e teca

Amava essa revista! 😍

minha irmã é 13 anos mais velha que eu, e não gostava que eu tocasse nas coisas dela. acho que tinha uns 5 anos quando comecei a roubar um livro ou outro da coleção vagalume dela. aaacho que o primeiro que eu li por completo foi "menino de asas"

Eu tenho uma teoria que os livros chamam a gente. Tinha acabado algum livro e fui na biblioteca do colégio procurar algo para ler. Passando pelos corredores me deparo com o título: Memórias Póstumas de Brás Cubas. Fiquei curioso, abri o livro e li a dedicatória. Aquilo me encantou.

Ответ для Elson Martins

Pensei comigo: esse maluco dedicou o livro a um verme? Gostei, vou levar. Tinha 15 anos, não tinha a menor ideia de quem era Machado de Assis. Foi assim que eu descobri meu autor favorito. Desde muito novo eu lia muito, influenciado pela minha minha mãe, uma leitora voraz.

Ответ для Elson Martins

Eu vou por esse padrão de livro chamar a gente, mas nunca foi pela capa em si para min. É sempre um título, uma resenha ou um tema. Às vezes peço recomendações para ver se o livro me chama

Pode até ser antes, mas um marco foi eu ter ganho (e devorado) O Guia dos Curiosos, do Marcelo Duarte. Se o livro dizia né, quem sou eu pra duvidar

Tudo culpa da minha mãe que dissimuladamente lia histórias pra eu dormir e sempre parava na melhor parte. No dia seguinte eu ia na prateleira ver como terminava, e de noite ouvia tudo de novo pra nao acusar o golpe. Anos depois ela me contou que era tudo premeditado!!!

Ответ для Juli

Minha mãe é pesquisadora de livro infantil então ela tinha estantes e mais estantes em casa. Um dia eu descobri uma estante só com contos de fada medievais escabrosos, mitologia grega, só baixaria, que eu atacava regularmente pra ler escondida. Também anos depois descobri que ela sabia de tudo!!

Meu avô vendia livros numa Kombi. Interior de São Paulo. Cresci rodeada de livros. Meu pai dizia que a gente tinha que ler de tudo. Rótulo de produto, bula de remédios... Aos domingos, comprava-se os grandes jornais, grossos, pesados e podíamos escolher um gibi na banca.

Ответ для Lilia

Era o dia de ler noticias. Da alegria da "Folhinha" aos editoriais. Meu pai fazia clipping. Recortava, colava na folha limpa, identificava e datava. Muitas vezes mandava por correio para o meu avô, com comentários. Nunca faltava material para pesquisas da escola!

Um dia caiu na minha mão o romance Demian, de Hermann Hesse. Eu tinha uns 13 anos e nada mais foi como antes

Comigo foi por causa de uma coleção da Abril que meus pais tinham em casa, sobre grandes obras do teatro (Teatro Vivo). Tudo sempre à disposição e o 1° que peguei foi Medeia. Roteiro adaptado e com fotos das encenações. Esse especificamente era c/ a Cleyde Yáconis. Com livros "à mancheia" foi fácil!

Caramba, Marcelo, você abriu um baú de recordações e vou me permitir divagar (desculpaí) Não tive incentivo pra ler, mas algum adulto próximo (quase) sempre atendia ao que hoje chamo de "devaneios", coisas aleatórias que passavam pela minha cabeça ou capturaxam minha atenção

Ответ для Paula Bispo

Lembro de soletrar o que tinha escrito na fachada das lojas antes da alfabetização, por volta dos 5, 6 anos (não havia pré-escola naquela época)

Minha 1a lembrança de paixão por livros foi o volume 7 do Mundo da Criança, onde havia pequenas histórias do mundo. Lia e relia.

Não lembro exatamente a idade, mas foi quando li Série Vaga-lume a primeira vez. Depois me tornei fã do Marcos Rey (guardo seus livros com carinho até hoje). E o resto é história (badum-ts). Para além disso, sempre me inspirei na minha irmã, que desde pequeno admirava sua fome devoradora de livros.

Ответ для Renan Utida

Vou usar essa resposta pra me inspirar a voltar a ler mais e ficar menos tempo no celular!

Em casa sempre teve livros, mas acho que os primeiros "livros de verdade" que eu ganhei foram esses da Babucha. Era uma coleção, e lembro da emoção quando meu pai comprava mais um, que eu lia vorazmente e ficava pensando muitíssimo sobre, porque tocava em temas dificeis, com sensibilidade.

Turma da Mônica. Eu não sabia ler ainda mas já "lia"

Quando fiquei toda orgulhosa porque li O menino maluquinho, que pra mim era um livro “grosso”. Eu tinha acabado de ser alfabetizada. Um tempo depois, meu tio que tbm é leitor me passava os romances clássicos 🤍

Tinha uma coleção d'O Inferno de Dante em cada, do meu pai, eu nunca soube de onde veio. Uma edição bonita, capa de couro. Eu era fascinada e é uma das minha lembranças mais antigas de leitura, lá pros 7 anos (!!!) Mais q isso, era a biblioteca da escola pública mesmo, ótima e cheia de livros

Primeiro, os quadrinhos da turma da Mônica. Depois livro mesmo, os do Jô Soares, foi quando eu senti que poderia ler romances. Meu auge foi ler os irmãos karamazov do Dostoiévski

Minha primeira lembrança é de pegar O burrinho alpinista e achar maravilhoso. Ganhei de uma tia, por volta dos 9 anos eu acho.

Desde uns 6 anos, meu pai me levava na banca td domingo e eu podia escolher um gibi. Era mais da Mônica, mas qdo todos q me interessavam já foram comprados, escolhia outros tbm. Ainda passaram a ser 2 gibis qdo minha irmã ganhou idade de ganhar.

Ответ для Mari

Livro eu acho q meu primo emprestou um da coleção vagalume c uns 9 anos, e dps fui pra uma escola c uma biblioteca boa e eu pegava livro lá direto, umas coisas tipo Pedro Bandeira, outros vagalume, eu lembro até de uns romances adolescentes gringos q tinha lá

Ответ для luciofm 🇺🇾🇧🇷🏳️‍🌈

Quanto trabalho de escolar fiz com esse livro... Uma vez fiz um sobre Trinidad e Tobago. Era o menor pais de todos os trabalhos da turma, e o maior/melhor trabalho...

Gostava de livros antes de aprender a ler, e segundo minha mãe, que nos levava todo sábado de manhã para o sagrado edifício da Biblioteca Pública do Paraná, eu pedia à bibliotecária "livros para ler com os olhos". (Outra, aprender lá o origami do tsuru é a mais antiga e preciosa memória corporal)

Reinações de Narizinho, Tintin de Hergé, enciclopédia britânica que tínhamos em casa e que eu amava pegar para ler aleatoriamente

Eu ia ao banheiro fazer número 2, catava um volume da Barsa na estante e ficava no trono lendo qualquer verbete aleatório. Comecei com isso quando tinha uns 6 anos, acho.

Minha mãe é leitora compulsiva e a gente sempre teve muito livro em casa. Eu lia de tudo. Agatha Christie, enciclopédia, crônicas do Veríssimo, Jorge Amado, Gore Vidal, Feliz Ano Velho, mas eu viajava mesmo em Isaac Asimov. Levava pro colégio e ficava lendo no recreio. Tinha uns 14 anos, acho.

Minha irmã, com 12 anos, trouxe pra casa "a marca de uma lágrima" da biblioteca da escola, ficou vidrada e queria conversar sobre o livro. Li pra poder conversar com ela. Já tinha lido antes, mas esse foi o grande divisor.

Ответ для Daniele Bragança

Eu lembro desse livro! Adorava todos do Pedro Bandeira, era viciada na coleção Os Karas

Com 12 anos li A Ladeira da Saudade, de Ganymédes José, para uma prova da escola. Por coincidência tinha férias marcadas para Ouro Preto, onde se passa o romance, e meu pai ficou a viagem toda me fazendo descobrir “Marília de Dirceu” e a Inconfidência Mineira ao vivo e em cores. Fantástico!

ensaio sobre a cegueira do saramago, em 2006. depois desse eu nunca mais parei e foi ele quem me deu curiosidade de encontrar mais textos semelhantes e etc

Ответ для krip

Mas aí tu já tinha que idade?

Tenho minha dívida com "Drauzio, o Vampiro" e com "Reinações de Narizinho". Aliás eu gostava de dizer que nasci no mesmo dia que Monteito Lobato. Depois vieram as HQs das guerras secretas, menino maluquinho...

Marcelo, marmelo e martelo e outras histórias (Ruth Rocha) Livro bem legal, capa dura, a arte (desenhos) bem legal, e tinha meu nome na capa! Não me lembro quando li, mas era criança ainda. Gostava tanto do livro que ele virou o volante da minha ambulância imaginária

Ответ для Celo

Amo esse livro!

Não sei se tive um momento de "descoberta", pois tive livrinhos mesmo antes de começar a ler sozinha. Lembro até hoje desses livrinhos, um deles se chamava "Uma avenida na floresta". Depois vieram as coleções "para gostar de ler" e a série vaga lume. Evoluí pra adolescência na biblioteca da escola.

Ответ для Alice Mânica

Também frequentava a biblioteca do trabalho dos meus pais e as bibliotecas particulares das casas de amigos. Meus pais sempre nos incentivaram a ler e mesmo nos tempos de grana curta nós tínhamos carta branca pra comprar qualquer livro. Meu pai chamava de FIC, fundo de investimento à cultura.

Ответ для Alice Mânica

Achei a foto da capa do livro na Internet! Esse livro me ensinou tanta coisa: solidariedade, vida em comunidade, cuidados pessoais, com a casa e com as pessoas próximas (aqui representadas por bichinhos, heheheheh!)...

Ter enciclopédia Barsa em casa, não lembro a idade, mas criança. Eu abria uma palavra, que me encaminhava pra outra e outra. Teve época que eu era muito focada em mitologia grega e procurava sobre todos os deuses possíveis. Em casa tinha também a coleção do Mundo da Criança, que era ótima. Li todos

Ответ для advogada do quiabo

A enciclopédia Barsa me fez encucar com a palavra Hermenêutica HAHAAH que ficava na lombada

Sempre fui estimulado a ler, mas assistir "História sem fim" mudou uma chave na minha cabeça. Tinha 7 anos.

Ответ для renaultmonteiro

A professora do 5o ano fez o projeto de lermos a história em turma, um tiquinho de cada vez, e no final asistiríamos o filme. Eu não aguentava a parcimônia e convenci ela a me emprestar o livro (era dela) para ler em casa. Quando assistimos o filme (sem a turma ter completado) achei sem graça.

Minha mãe comprava livros do Círculo do Livro e tinha a Coleção Conhecer que eu adorava. Mas o que me fez curiosa foi o Dicionário Conciso, q qdo eu tinha uns 12a eu abria em qq página pra ler alguma palavra aleatória q eu não conhecia.

Ответ для Lilis disse:

Além dos livros todos do Círculo de Livro, em casa sempre teve revistas semanais (Veja e Istoé), mas não faltava gibis da Turma da Mônica. Meu pai sempre adorou e nos ensinou desde muito pequenas a adorar também. E a gente contava os dias pro Almanacão chegar nas bancas.

Foi na 6* série, a professora de português separava uma aula dela na semana para incentivar a leitura e trazia vários livros para os alunos lerem em aula mesmo, entre esses livros tinha aquelas edições da coleção vaga-lumes, onde eu pirei a cabeça, começou aí.

Certamente, aos 11, Escaravelho do Diabo, ou algo por ali (coleção Vagalume)

D

Biblioteca da escola tinha séries inteiras - A Inspetora,Viviane Pimenta, todos do Ganymedes José... Coleção Elefante adaptava clássicos para jovens. Lia tudo para a minha série, orgulho imenso quando a bibliotecária deixava eu ler os livros mais avançados.

Ответ для danitravel
D

Lembro de cada visita a parentes ou vizinhos pelos livros de cada lugar. Férias era uma beleza, dava pra ler direto. Enciclopédia Êxitus e depois a Barsa, dicionário, até rótulo de nescau na falta de coisa melhor...

Fui criado por mãe comunista, tias hippies, tio roqueiro e uma tia esotérica, em casa não faltavam livros e gibis, aprendi a ler aos 4-5 anos, minha mãe foi professora no Mobral e me alfabetizou com o material do programa. Com cinco, seis anos de idade fazia

Ответ для Nikki Nixon

pequenas poesias que minhas tias guardaram e publicaram dois anos depois num Zine que elas produziam o Arandela, rodado no mimeografo, tenho uns dois ou três guardados.

Papai tinha uma vasta biblioteca. Tinha acesso ao que queria e ele fazia uma seleção do que acreditava que deveríamos ler em português e espanhol. Isso incluía os jornais que ele assinava. Até que um dia convidaram papai para fazer uma palestra na escola onde fui educada. 🥰🍀♥️

Não vai exatamente responder tudo, mas tava inclusive hoje comentando com o marido que comecei a gostar de crônicas quando criança lendo Voltaire de Souza no Notícias Populares e daí foi desenrolando meu gosto por narrativas do tipo, formas reais de contar as histórias e etc

Ответ для space kenga

Mas eu lia tudo que tinha dentro de casa, desde turma da Mônica até as revistas femininas das minhas irmãs rs

Ответ для space kenga

Voltaire de Souza era muito bom, só descobri quando vim pra São Paulo. E a identidade secreta dele é um sujeito insuspeitável

Com uns 7 anos lendo um livrinho que a personagem fazia crochê na hora do recreio, pedi pra minha vó me ensinar e 20 anos depois teci meu vestido de noiva e sigo lendo muito, atualmente clássicos franceses e romances japoneses.

Meu 1⁰ estímulo foi ler dicionários. Depois foi a maravilhosa coleção "Para gostar de ler".

O primeiro livro que lembro é O Burrinho Verde, acho que uma versão com poucas palavras e muitas gravuras Lembro até hoje da tristeza que me causava (conceito de bullying não existia ainda) Depois revistinhas do Pato Donald e Cia E o Mundo da Criança, o antecessor do Manual do Escoteiro Mirim

Ответ для Helô Fialho 🍻

A escola era de tarde, e a gente fazia os temas de manhã Eu largava tudo pra ler as tirinhas do Pato Donald e acabava os temas enquanto almoçava

Ответ для Helô Fialho 🍻

ai, eu amava esse livro! Até ler seu post minha memoria jurava que o nome era o potrinho verde

Não lembro o livro, deve ter sido um da coleção Vagalume. Depois veio Monteiro Lobato, Julio Verne e Mark Twain. Zerava a ficha da biblioteca no colégio Frei Orlando todo ano

eu gostava muito de livros de curiosidades e de atlas. tinha um de mapas do mundo todo e um de botânica que eram a minha paixão. mas o que me balançou mesmo foi uma coleção em fascículos que meu pai começou a comprar de pedras e rochas, tenho até hj guardada na casa dos meus pais

Coleção Vagalume lá pelos 10 anos que lia pela escola as e amava. tb lia quadrinhos, Luluzinha, Zé Carioca, Tio Patinhas, Manual do Escoteiro Mirim e… Ágatha Christie quando mais adolescente. Tb a Revista Mad, uma febre.

Não sei Lembro que minha avó tinha um livro guardado na parte baixa do guarda-roupas. Corazon. Devorei escondido. (Será que foi uma armadilha?) Depois minha mãe comprou uma enciclopédia e disse para eu e meu irmão conferirmos se não faltava nenhuma página. Em algum momento "É Proibido Chorar"

Ответ для O Comentador Geral

Sabe, tinha muitos livros na minha casa mas ninguém pegava um e dizia: olha isso! Acho que foi ao contrário, tios achando estranho que eu lia jornal e tinha palavras estranhas na boca ao invés de estar na rua brincando (com quem?) ou pegando "Xereta" escondido do meu primo. O "proibido" me atraiu?

Sempre tivemos muitos livros em casa e aprendi a ler muito cedo. Lembro de mamai quase me chinelando pois eu não queria largar o livro nas refeições. Primeiras leituras que lembro: eu devorava uma enciclopédia geral tipo Barsa (que não tínhamos pois muito cara) e Agatha Christie

Ответ для Janice Ascari

Vc me fez lembrar que eu adorava ler enciclopédias e aqueles "Almanaque Abril" como se fossem livros também hahahahahah

Ответ для Janice Ascari

minha mãe também brigava porque eu lia demais 😅

Ответ для Janice Ascari

Leitores de Barsa, uni-vos! Curtia demais! 😁

Histórias em quadrinhos. Era muito legal.

Ответ для Artur de Souza
T

Continua sendo. Meu neto de 8 anos ,ama.

Quem descobriu foi uma tia-avó minha - ele estava sentada, folhando uma revista, e eu olhando. Aí ele fechou a revista e eu falei "Não, eu estou lendo" e ela "Como assim está lendo, você não sabe ler" e eu comecei a ler toda a página pra ela. Aprendi observando, sozinho. Eu tinha 3 anos e meio.

Ответ для Marcio K

(e como dizem, fruto não cai longe do pé - minha filha também aprendeu sozinha, vendo a gente ler pra ela na pandemia, com uns 4 anos. Hoje, com 7, devora livros o dia todo - não, ela não tem tablet nem celular, é livro físico mesmo)

Enciclopédia barsa em casa, atualizada anualmente. Mas o que mais li foi a coleção "como as coisas funcionam" da editora Globo Ciência. Um livro que me marcou muito foi um paradidático sobre a história do Egito, uma romantização de um funeral de faraó.

Ответ для binis

E muita turma da Mônica ☺️.

Aprendi a ler com 4 anos com o livro da princesa e a ervilha. Depois disso foram muitas Ruth Rocha e Lígia Bojunga.

Minha mãe nos anos 80/90 pegava muito da "Nova Cultural" (A gente tinha quase completa a "Biblioteca do Escoteiro Mirim" e alguns livros de aventura que só li adolescente). "Escoteiro Mirim" me atiçou muito. E gosto muito da história do "Conde de Monte Cristo" - devido ao melhor fator vingança.

Ответ для Vagner Ligeiro

O ruim é que hoje tou meio desleixado para livros. Desacostumei mesmo, infelizmente. Ler online algumas crônicas e textos para mim acaba sendo a quasi-compensação, mas sei que não é bem a ideal.

Quando eu era criança eu gostava de ler de tudo, até enciclopédia. Aí ouvia a clássica dos adultos “ele lê até bula de remédio”, que obviamente reforça o comportamento. De criança eu lia gibi, enciclopédia, encarte de disco, e coisas de dinossauro rs sou de 1985

Ответ для Marcia do Beco Oficial
D

Eu lia tudo, até Guia 4 Rodas de capa a capa...

Teve o gosto por leitura que começou com os quadrinhos de Cavaleiros do zodíaco na época que meu pai começou a ganhar dinheiro suficiente pra eu poder ir na banca de jornal quando tinha 14 anos. O gosto por livros começa quando tenho 18 anos e preciso matar o tempo no ônibus para o trabalho

Ответ для Thousand Master

Uma hq podia me dar 40 minutos de entretenimento. Mas pelo mesmo preço eu comprava 10 horas de entretenimento num livro

Minha mãe me comprava gibizinho da Monica e Disney, depois sempre trazia revista recreio, eu nem me importava de ser do sebo, daí pra frente eu sempre amei folhear enciclopédia. Uma coisa quee deixa triste da internet é o fim da enciclopédia física

Coleção Vaga-Lume (a olha perdida, Xisto no espaço, o rapto do garoto de ouro, o misterii do Cinco Estrelas, etc). Tivemos toda a coleção mas não lembro se li todos. Mas lembro de vários.